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Fraturas da Tíbia Proximal

Publicado em: 20/06/2016

São também chamadas de fraturas do platô ou planalto tibial. Nos pacientes idosos, tendem a  se apresentar com afundamento ósseo devido à osteoporose, enquanto nos jovens ocorrem com traços mais simples.
 

As radiografias são de grande ajuda no diagnóstico. Em alguns casos a tomografia computadorizada é necessária para o planejamento do tratamento, que pode ser conservador ou cirúrgico. Seu objetivo é restabelecer a anatomia articular e manter o alinhamento do membro, possibilitando sua mobilidade normal. Uma osteossíntese rígida (fixação da fratura sem que exista movimento entre os fragmentos da fratura), quando possível, possibilita mobilidade precoce e diminui as complicações.
O tratamento cirúrgico pode ser realizado com colocação de placas, parafusos
 e/ou fixador externo. Geralmente não se pode pisar no pós-operatório por volta de 4 a 10 semanas.
As complicações possíveis são: diminuição do arco de movimento, desalinhamento
 do membro e osteoartrose.



Dr. Wander Edney  de Brito
Dr. Wilson Mello A. Jr.


 


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