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Fraturas do Fêmur Distal

Publicado em: 20/06/2016

São as fraturas que acometem os 9 cm distais do fêmur. As fraturas do fêmur distal são fraturas consideradas graves e em pacientes jovens geralmente são associadas a trauma de alta energia (acidentes de trânsito). Já em pacientes mais idosos podem ocorrer após traumas mais leves, devido a fragilidade óssea. São acompanhadas de grande lesão dos tecidos adjacentes (músculos, ligamentos etc)

 O diagnóstico geralmente é realizado pelo exame físico na sala de emergência. O tipo de fratura poderá ser facilmente visível em radiografia simples, o que é de grande ajuda no planejamento cirúrgico. É muito comum a ocorrência de lesão ligamentar e outras fraturas associadas. 


As fraturas extra-articulares, sem desvios, podem ser tratadas conservadoramente (com gesso). As demais são tratadas com cirurgia com colocação de placas, parafusos, hastes ou fixador externo de acordo com a avaliação médica de cada caso.
As complicações mais comuns são: perda de movimento, artrose do joelho (desgaste) e lesões de nervos ou vasos sanguíneos. 
No pós-operatório devemos priorizar, dentro do possível, a mobilidade precoce, a fim de ganhar um bom arco de movimento final.

 

 

Podem ser classificadas, de acordo com o tipo de lesão em: 
- Sem desvios (fragmentos ósseos não se separam); 
- Com desvios (fragmentos ósseos se separam);       
- Extra-articulares (fratura não acomete a cartilagem);
- Intra-articulares (fratura acomete a cartilagem);
- Exposta ou aberta (fratura entra em contato com meio ambiente, ocorre ferimento com exposição óssea);
- Fechada (fratura não entra em contato com meio ambiente).

Dr. Wander Edney de Brito
Dr. Wilson Mello A. Jr.


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